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Doenças crônico-degenerativas: as mais comuns entre os idosos

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Via A Tribuna News

Envelhecer acarreta mudanças significativas no organismo das pessoas e, geralmente, traz consigo algumas doenças. Estudos indicam que todas as pessoas estão propensas a ter pelo menos uma doença crônica quando ficarem mais velhas.

O envelhecimento será bem ou mal sucedido de acordo com a capacidade funcional que a pessoa conseguir manter ao chegar à terceira idade.

Por isso é importante manter algumas atitudes preventivas, como boa alimentação e atividades físicas, entre outras. É interessante lembrar que nunca é tarde para iniciar qualquer atividade física, com o devido acompanhamento médico.

De acordo com o Dr. Paulo Casali, especialista em Geriatria e Gerontologia, as doenças mais comuns entre os idosos são as denominadas doenças crônico-degenerativas. Como exemplo dessas doenças podemos citar o diabetes, a depressão, a insuficiência cardíaca, a osteoporose, a doença pulmonar obstrutiva crônica, a maior parte dos cânceres, as síndromes demenciais e outras. Dentre elas, duas das mais prevalentes são a osteoartrose e a hipertensão arterial. “As doenças crônico-degenerativas, de maneira geral, têm causa multifatorial, ou seja, é o conjunto de vários fatores que, associados, vão desencadear a doença”, explica Dr. Paulo, que complementa: “Sabemos hoje que a maior parte desses fatores está relacionada com o estilo de vida da pessoa: o que e como ela se alimenta, se é sedentária, obesa, se fuma, bebe em excesso, seu nível de estresse, etc. A qualidade do meio em que ela vive, o nível de poluição ambiental e sonora, contato com substâncias tóxicas no ambiente doméstico e de trabalho também são determinantes. É claro que a herança genética contribui para favorecer ou não o aparecimento de determinada doença, mas sabe-se hoje que isso não é o mais relevante. Na conta total, não influencia mais do que 20%”.

Estilo de vida saudável
Um estilo de vida saudável ajuda a manter o corpo em forma e a mente alerta.

Ajuda a nos proteger de doenças e ajuda a impedir que as doenças crônicas piorem. Isso é importante porque, à medida que o corpo envelhece, começa-se a notar alterações nos músculos e nas articulações e um declínio na sensação de “força” física. Um estilo de vida saudável inclui a saúde preventiva, boa nutrição e controle do peso, recreação, exercícios regulares e evitar substâncias nocivas ao organismo.

“Para evitarmos ou adiarmos o aparecimento dessas doenças, precisamos adotar um estilo de vida saudável. Quanto mais cedo isso for posto em prática, mais benefícios a longo prazo teremos. Menos doentes, limitados e dependentes ficaremos; e poderemos aproveitar nossa velhice com mais autonomia, independência e menos sofrimento”, finaliza Dr. Paulo.

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